Quando estamos felizes
Quando estou feliz
É quando alguém
Faz alguma coisa por mim
Quando estou feliz
É quando meu irmão
Faz uma coisa agradável
Quando estou feliz
É quando alguém que gosto
Está comigo
Fique feliz também
Qualquer coisa
Faz qualquer pessoa
FELIZ!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Desafio III
Você consegue fazer uma poesia sobre o que está sentindo? Mande para mim e vou postar aqui no meu blog!
Mensagem (Flora)
Não negue que você ama uma pessoa apenas diga, declare-se, pois assim você fala a verdade. O amor não é mentira e não atrapalha, apenas faz as pessoas dizerem a verdade, o que sentem umas pelas outras, se você está amando e tem vergonha de de falar, lembre-se você está fazendo certo e não o errado, fale a verdade pelo o amor!
Poesia (Flora)
Pessoas que atrapalham e pessoas que amam
Pessoas que atrapalham
São aquelas
Que faz a vida dos outros
Cair aos pedaços
Pessoas que amam
São aquelas
Que faz a vida dos outros
Mais feliz
Pessoas que atrapalham
São aquelas
Que não gosta que
Os outros amem
Pessoas que amam
São aquelas
Que gosta dos outros
Do jeito que é
Não atrapalhe a vida dos outros
Você estará prejudicando você mesmo
E a vida de quem está amando alguém
Por isso, ame e não atrapalhe
Pessoas que atrapalham
São aquelas
Que faz a vida dos outros
Cair aos pedaços
Pessoas que amam
São aquelas
Que faz a vida dos outros
Mais feliz
Pessoas que atrapalham
São aquelas
Que não gosta que
Os outros amem
Pessoas que amam
São aquelas
Que gosta dos outros
Do jeito que é
Não atrapalhe a vida dos outros
Você estará prejudicando você mesmo
E a vida de quem está amando alguém
Por isso, ame e não atrapalhe
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Cecília Meireles
Cecília Benevides de Carvalho Meireles (Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1901 — Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1964) foi uma poetisa, pintora, professora e jornalista brasileira. É considerada umas das vozes líricas mais importantes das literaturas de língua portuguesa.
Órfã de pai e de mãe, Cecília foi criada por sua avó portuguesa, D. Jacinta Garcia Benevides. Aos nove anos, ela começou a escrever poesia. Frequentou a Escola Normal no Rio de Janeiro, entre os anos de 1913 e 1916. Como professora, estudou línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.
Em 1919, aos dezoito anos de idade, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, Espectro, um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantismo, Parnasianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.
No ano de 1922, ela se casou com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas. Seu marido, que sofria de depressão aguda, suicidou-se em 1935. Voltou a se casar, no ano de 1940, quando se uniu ao professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo, falecido em 1972. Dentre essas três, a mais conhecida é Maria Fernanda que se tornou atriz de sucesso.
Teve ainda importante atuação como jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, área à qual se manteve ligada, tendo fundado, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Brasil. Observa-se ainda seu amplo reconhecimento na poesia infantil com textos como Leilão de Jardim, O Cavalinho Branco, Colar de Carolina, O mosquito escreve, Sonhos da menina, O menino azul e A pombinha da mata, entre outros. Com eles traz para a poesia infantil a musicalidade característica de sua poesia, explorando versos regulares, a combinação de diferentes metros, o verso livre, a aliteração, a assonância e a rima. Os poemas infantis não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.
Em 1923, publicou Nunca Mais… e Poema dos Poemas, e, em 1925, Baladas Para El-Rei. Após longo período, em 1939, publicou Viagem, livro com o qual ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.Católica, escreveu textos em homenagem a santos, como Pequeno Oratório de Santa Clara, de 1955; O Romance de Santa Cecília e outros.
Nos Açores, de onde eram oriundos os seus pais, o nome de Cecília Meireles foi dado à escola básica da freguesia de Fajã de Cima, concelho de Ponta Delgada.
Machado de Assis
Machado de Assis
Joaquim Maria Machado de Assis é considerado um dos mais importantes escritores da literatura brasileira. Nasceu no Rio de Janeiro em 21/6/1839, filho de uma família muito pobre. Mulato e vítima de preconceito, perdeu na infância sua mãe e foi criado pela madrasta. Superou todas as dificuldades da época e tornou-se um grande escritor.
Na infância, estudou numa escola pública durante o primário e aprendeu francês e latim. Trabalhou como aprendiz de tipógrafo, foi revisor e funcionário público.
Publicou seu primeiro poema intitulado Ela, na revista Marmota Fluminense. Trabalhou como colaborador de algumas revistas e jornais do Rio de Janeiro. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de letras e seu primeiro presidente.
Podemos dividir as obras de Machado de Assis em duas fases: Na primeira fase (fase romântica) os personagens de suas obras possuem características românticas, sendo o amor e os relacionamentos amorosos os principais temas de seus livros. Desta fase podemos destacar as seguintes obras: Ressurreição (1872), seu primeiro livro, A Mão e a Luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878).
Na Segunda Fase ( fase realista ), Machado de Assis abre espaços para as questões psicológicas dos personagens. É a fase em que o autor retrata muito bem as características do realismo literário. Machado de Assis faz uma análise profunda e realista do ser humano, destacando suas vontades, necessidades, defeitos e qualidades. Nesta fase destaca-se as seguintes obras: Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Quincas Borba (1892), Dom Casmurro (1900) e Memorial de Aires (1908).
Machado de Assis também escreveu contos, tais como: Missa do Galo, O Espelho e O Alienista. Escreveu diversos poemas, crônicas sobre o cotidiano, peças de teatro, críticas literárias e teatrais.
Machado de Assis morreu de câncer, em sua cidade natal, no ano de 1908.
Machado de Assis morreu de câncer, em sua cidade natal, no ano de 1908.
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